
Alvorada Medieval
A Alvorada nasce em Terras de Santa Maria da Feira no início do ano de 2016. Ao longo de quase uma década este grupo tem vindo a ser uma referência no mercado das recriações históricas em Portugal e além fronteiras.
A cada ano que passa tem vindo a afirmar uma posição de qualidade e profissionalismo no meio envolvente, conseguindo ter mais de 40 datas em média por ano de trabalho. Já atuaram nos maiores e melhores certames tais como: Viagem Medieval em Terra de Santa Maria, Mercado Medieval de Óbidos, Feira Afonsina de Guimarães, Festa Templária em Tomar, Feira de Época em Torres Novas, Mercado Quinhentista de Machico, entre muitos outros.
Todos os anos levam a sua música além fronteiras e são presença frequente no mercado espanhol e Francês. Participaram na festa do “Roi de L’oiseau” em Puy em Velay, na “Féte Mediévale” de Brie-Combte-Robert e Rodemack entre outras. Estiveram também em outros grande eventos no país vizinho percorrendo Espanha, desde a Galiza ao Sul de Espanha.
A sua formação tem na base, músicos de qualidade elevada que transportam o seu conhecimento para criar melodias e arranjos adequados ao tema a que se propõem. Dois percussionistas, um tarotista, um gaiteiro e um bouzokista compõe este quinteto. Já figuraram em programas de televisão para os canais nacionais, entre eles Porto Canal e RTP Madeira.
João Costa Gaita ; Rodrigo Sarabando Tarota; Colm Larkin Bouzouki; Joel Silva Caixa e Prato; Bruno Santos Bombo e acessórios
Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.
Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.
A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez.
O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?
Esta é uma travessia estática dentro de um balão aerostático, em que a viagem que realmente importa é a interior. O desafio é o de navegar para fora do mundo, pelo ar e pela imaginação.
Não é à toa que os nomes dos álbuns de Cláudia Pascoal são pontos de exclamação: «!» (2020) e «!!» (2023). A sua música e presença são sempre sintoma de espanto, novidade e afirmação perante o mundo.
A Teatro e Marionetas de Mandrágora reproduz as habituais histórias de Teatro Dom Roberto depois de anos de estrada a aprender e guardar as suas palavras, tiques e contornos.
Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.
Este espetáculo parte de três arquétipos: um rato, um pato e um lobo.
O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.
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