
Ana Manuel
A cara por trás da Mafarrica. Apaixonada pelo mundo das princesas desde pequena, sonhou um dia ter este projeto que é hoje o seu trabalho. Fascinada pela arte no geral e pela maneira com as crianças encaram o mundo artístico, encanta-se com a sua espontaneidade e honestidade. Os constantes desafios, a capacidade de adaptação e ajuste, a necessidade de improviso diário trazem um gosto especial a este trabalho mágico.
30 anos, original de Ílhavo, com mais de 14 anos de experiência no trabalho com crianças e famílias. Licenciada em Gerontologia, com formação e vasta experiência na área do teatro musical, canto e dança. Foi já professora da música na primeira infância e de teatro infantil e musical.
Criou a Mafarrica em 2018, um projeto que une de forma única as suas experiências artísticas. Desde essa data, assume as funções de direção e gestão do projeto.
performer e criadora do projeto Ana Manuel Castro
Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.
Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.
A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez.
O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?
Esta é uma travessia estática dentro de um balão aerostático, em que a viagem que realmente importa é a interior. O desafio é o de navegar para fora do mundo, pelo ar e pela imaginação.
Não é à toa que os nomes dos álbuns de Cláudia Pascoal são pontos de exclamação: «!» (2020) e «!!» (2023). A sua música e presença são sempre sintoma de espanto, novidade e afirmação perante o mundo.
A Teatro e Marionetas de Mandrágora reproduz as habituais histórias de Teatro Dom Roberto depois de anos de estrada a aprender e guardar as suas palavras, tiques e contornos.
Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.
Este espetáculo parte de três arquétipos: um rato, um pato e um lobo.
O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.
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