Benny Six
Benny Six é o alter ego de Benny, músico português conhecido como vocalista dos Prottoblaster e baterista dos Gizzah. Neste projeto a solo, Benny canaliza o lado mais sombrio e introspectivo da sua criatividade, explorando territórios sonoros que cruzam o darkwave atmosférico com a força crua da música industrial.
Inspirado por nomes como Twin Tribes, Rammstein, Till Lindemann e Bizarra Locomotiva, Benny Six constrói faixas que oscilam entre paisagens cinzentas e explosões rítmicas — sintetizadores frios, percussão militarizada, distorção e vozes que habitam entre o sussurro e o grito. As letras, escritas em português e inglês, exploram isolamento, decadência urbana e o confronto interior com o caos.
Ao vivo, já passou por várias cidades como Aveiro, Ovar e Viseu, com destaque para o Bajonca Rock Fest, onde a sua presença intensa deixou marca. Agora, com Benny Six, afirma-se como uma nova entidade na cena alternativa nacional — mais crua, mais livre e mais feroz do que nunca.
Voz Benny Six
Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.
Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.
A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez.
O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?
Esta é uma travessia estática dentro de um balão aerostático, em que a viagem que realmente importa é a interior. O desafio é o de navegar para fora do mundo, pelo ar e pela imaginação.
Não é à toa que os nomes dos álbuns de Cláudia Pascoal são pontos de exclamação: «!» (2020) e «!!» (2023). A sua música e presença são sempre sintoma de espanto, novidade e afirmação perante o mundo.
A Teatro e Marionetas de Mandrágora reproduz as habituais histórias de Teatro Dom Roberto depois de anos de estrada a aprender e guardar as suas palavras, tiques e contornos.
Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.
Este espetáculo parte de três arquétipos: um rato, um pato e um lobo.
O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.
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