
Música
Poesia, Música Improvisada, Composição em tempo real, Processamento vocal e percussão
Agenciamento
Pessoa responsável:
Bernardo Castanheira Rocha
Telefone:
915267959
E-mail:
Música
Poesia, Música Improvisada, Composição em tempo real, Processamento vocal e percussão
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Bernardo Castanheira Rocha
Desde 2024 editei várias obras de música improvisada, reunindo a fusão entre a palavra e o som, partilhando palco com diversos grupos e artistas da dimensão exploratória.
Segue uma breve descrição das obras mais recentes que editei:
- Baixa, Baixinha Baixa | Profound Whatever (2024)
- Obra de música improvisada, através de uma performance realizada no Salão Brazil em Coimbra, com poesia escrita sobre a vivência diária na baixa histórica da cidade, viajando por todos os diversos cenários que este ecossistema contempla. Obra em duo, com a participação de João Clemente com Composição, Guitarra, Organização Musical, Baixo, Bateria, Sintetizador, Gravações de Campo e Sonoplastia; e com Bernardo Rocha com Composição, Voz, Poesia, Processamento, Trompete, Megafone, Água, Peta-Zetas;
- TOUPEIRA GUILHOTINA - Sintomas de Zona | Profound Whatever (2024) - Obra de música improvisada, através de uma performance realizada em Pesinho, no Fundão, com poesia da autoria de Bernardo Rocha, Lia Cachim e Ricardo Brito. Projeto dedicado a cenários poéticos corrosivos, com dimensões sonoras deambulantes entre a melodia e sua ausência. Obra em quarteto, com a seguinte formação: Bernardo Rocha - Voz / Poesia / Processamento / Trompete / Água; Gonçalo Alves - Bateria; João Clemente - Guitarra eléctrica (R) / Baixo / Electrónica; José Vale - Guitarra Elétrica (L) / Processamento;
- TOUPEIRA GUILHOTINA - EPIDERME | Profound Whatever (2025) - Obra de música improvisada, registo de uma performance realizada em Pesinho, no Fundão, com poesia da autoria de Bernardo Rocha e em que os cenários aborda a degradação das instituições em Portugal, o caso do desaventurado Boaventura Sousa Santos e os incêndios em Portugal, tema central do disco. Obra em quarteto com a seguinte formação: Bernardo Rocha - Voz, Trompete, Poesia, Processamento; Gonçalo Alves - Bateria; João Clemente - Guitarra e electrónica; Nuno Jesus - Baixo;
- Bernardo Rocha / João Clemente / João Mortágua / Lia Cachim - Quarteto de música improvisada que coloca em diálogo direto a obra poética contemporânea e a música improvisada. Proposta que propõe a importância da presença de correntes poéticas do presente, que não descuram a sua existência e procuram firmar pés e olhares sobre os cenários da inconstante realidade. Obra em quarteto com a seguinte formação: Bernardo Rocha - Voz, Trompete, Poesia e Processamento; João Clemente - Guitarra e electrónica; João Mortágua - Saxofone e electrónica; Lia Cachim - Voz e Poesia
Poesia, Voz, Trompete, Percussão e Processamento Bernardo Rocha
Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.
Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.
A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez.
O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?
Esta é uma travessia estática dentro de um balão aerostático, em que a viagem que realmente importa é a interior. O desafio é o de navegar para fora do mundo, pelo ar e pela imaginação.
Não é à toa que os nomes dos álbuns de Cláudia Pascoal são pontos de exclamação: «!» (2020) e «!!» (2023). A sua música e presença são sempre sintoma de espanto, novidade e afirmação perante o mundo.
A Teatro e Marionetas de Mandrágora reproduz as habituais histórias de Teatro Dom Roberto depois de anos de estrada a aprender e guardar as suas palavras, tiques e contornos.
Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.
Este espetáculo parte de três arquétipos: um rato, um pato e um lobo.
O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.
234 397 260
Para assuntos relacionados com bilheteira contactar os números 234 397 263