CRASSH
Com CRASSH, tudo o que produz som é pretexto para compor música, como resultado, tudo o que é produzido reflete sonoridades únicas, divertidas e envolventes, dotadas de um entusiasmo contagiante. A música e a voz fundem-se numa linguagem universal que ultrapassa as barreiras linguísticas manifestando-se pelo “CRASSHonês” que surge como uma espécie de mímica vocal que envolve e transmite a mensagem seja entre originais crasshianos ou melodias conhecidas.
CRASSH nasce oficialmente em 2007 após cerca de 3 anos de incubação no Conservatório de Música da Bairrada (Aveiro - Portugal) e como resultado das aulas de percussão orientadas por Bruno Estima. Em o projecto participou e venceu o concurso chamado “Projectos com Pernas para Andar” promovido pela d’Orfeu Associação Cultural de Águeda. Este foi o momento que marcou oficialmente o nascimento de CRASSH. Entre 2007 e 2012 houve um trabalho de consolidação, amadurecimento e de procura de identidade própria. Neste período e ainda com o elenco muito jovem foram feitos média de 10 concertos por ano em eventos menores e participações em concursos portugueses. Destaca-se os reconhecimentos como:
- prémio “Projectos com Pernas para Andar” d’Orfeu 2007
- prémio nacional Jovens Criadores 2008 (IPJ).
- prémio “Inovação” Gala Aveiro 2009.
- prémio “criativida música” Ministério da Educação 2011.
- semi-finalista no concurso “Portugal Got Talent” televisão SIC - Fremantle Media 2011.
Em 2012/2013 CRASSH tornou-se a 100% um projecto artístico profissional, tendo logo em 2013 sido selecionado para o Festival Internacional de Castilla y Léon (Espanha) e neste mesmo festival ter recebido o prémio “Escolha do Público”. Desde 2013 até ao presente CRASSH diversificou a sua forma de se apresentar tendo neste momento os seguintes espetáculos e ações:
- CRASSH_Stage (o espetáculo maior com 8 músicos em palco, para todos os públicos, grandes palcos e com disco gravado)
- CRASSH_Street (com 5 músicos é a versão itinerante para performances de rua)
- CRASSH_Duo e DuoCircos (dois espectáculos com apenas 2 músicos e dos quais explora a parte circense)
- CRASSH Babies 1.0 e 2.0 (dois mini espetáculos com 2 músicos para bebés até aos 5 anos e seus papás).
- CRASSH_workshops (workshops com os instrumentos e energia CRASSH, que também podem resultar em concertos, pode ser dinamizado com apenas um músico/formador)
- CRASSH_TeamBuilding (acções customizadas para empresas)
Em 2014 CRASSH gravou e editou o seu primeiro single “Sebaragundê” disponível no Spotify e em todas as plataformas de música on line.
Desde 2015 até ao presente, Crassh desenvolve integra com os seus workshops os cursos gerais de gestão e MBA da Universidade Católica Porto Business School.
Desde 2017 até aos dias de hoje, Crassh tem oficinas regulares no museu Vista Alegre - Ílhavo.
Em 2017 lançou o seu primeiro álbum físico e que está disponível no Spotify e em todas as plataformas on line.
Entre 2013 até ao presente, CRASSH apresentou-se mais de 400 vezes nas suas várias vertentes em Festivais, eventos privados e salas de espetáculos em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Itália, U.S.A. e Japão.
Recentemente CRASSH foi um dos nomeados para o “Best Performance 2018” e “Best Performance 2019” no evento “Iberian Festival Awards”.
Janeiro de 2020 editou o single Dicoteka de CRASSH_Babies e durante o ano de 2021 serão editados/publicados mais 5 temas.
Em 2021 fará a estreia do espetáculo CRASSH_XIRI, resultado de uma co-produção WETUMTUM & 23 Milhas co-financiada para Direcção Geral das Artes.
direção artística/músico Bruno Estima assistente de direção/músico Artur Carvalho produção executiva/músico David Calhau direcção musical e técnica Gonçalo Garcia músicos David Valente; João Bastos; Luís Carcoleiro; Micael Lourenço e Mariana Cunha técnico de luz Virgínia Esteves stage manager Rogério Garcia; Susana Lage logística João Bastos; Susana Lage design Rita Silva figurinos Patrícia Costa
Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.
Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.
A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez.
O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?
Esta é uma travessia estática dentro de um balão aerostático, em que a viagem que realmente importa é a interior. O desafio é o de navegar para fora do mundo, pelo ar e pela imaginação.
Não é à toa que os nomes dos álbuns de Cláudia Pascoal são pontos de exclamação: «!» (2020) e «!!» (2023). A sua música e presença são sempre sintoma de espanto, novidade e afirmação perante o mundo.
A Teatro e Marionetas de Mandrágora reproduz as habituais histórias de Teatro Dom Roberto depois de anos de estrada a aprender e guardar as suas palavras, tiques e contornos.
Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.
Este espetáculo parte de três arquétipos: um rato, um pato e um lobo.
O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.
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