
SIMANTRA GRUPO DE PERCUSSÃO
O Simantra Grupo de Percussão nasceu da necessidade de se organizar um grupo de estudos e práticas interpretativas destinado à execução de música escrita para percussão nos séculos XX e XXI. Funcionando como um laboratório artístico, tem também como objetivo a interação das diferentes expressões artísticas com a música contemporânea. A sua missão visa a valorização e execução do repertório percussivo português e estrangeiro, realizando estreias, primeiras audições e encomendas de obras. Ao longo destes 14 anos de atividade o grupo teve a oportunidade de tocar em diversos festivais nacionais e internacionais, como Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura, Festival da Primavera, Festivais de Outono, Cistermusica, Musicalvão, Tomarimbando, Festival Internacional de Percussão da Patagónia (ARG), Festival Internacional de Marimbistas e Percusiones de Villahermosa (MEX), IPEW 19 (CRO) ou XVI BUMFEST (ESL). Acompanhou diversos solistas internacionais como, Kuniko Kato (JAP), Katarzyna Mycka (POL), Ching Chen Lin (TWA), Ludwig Albert (BEL) ou Mark Ford (EUA). Estreou obras de variados compositores, tais como, Evgueni Zoudilkine, Hugo Correia, Carlos Alberto Augusto, Nuno Leal e Jorge Salgueiro. Premiado internacionalmente, o grupo conquistou o primeiro lugar no CIMCA 2011 - categoria superior e sendo também premiado no Percute Catarroja 2014 (II Concurso Internacional de Música de Câmara de Percussão - Catarroja, Valência).
Em 2022, Simantra GP lançou o disco intitulado “Mil Pedaços”, um trabalho que resulta da parceria com o compositor e pianista Luís Figueiredo.
Composto pelos percussionistas Andrés Pérez, Leandro Teixeira, Luiz Ferreira e Ricardo Monteiro, Simantra GP é artista Adams, Mike Balter, Sonor, Sabian e endorser da Castanheira - Só Música e Percustudio.
percussão Andrés Pérez percussão Leandro Teixeira percussão Luiz Ferreira percussão Ricardo Monteiro piano e arranjos Luís Figueiredo som Luís Matos luz Marco Bento
Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.
Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.
A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez.
O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?
Esta é uma travessia estática dentro de um balão aerostático, em que a viagem que realmente importa é a interior. O desafio é o de navegar para fora do mundo, pelo ar e pela imaginação.
Não é à toa que os nomes dos álbuns de Cláudia Pascoal são pontos de exclamação: «!» (2020) e «!!» (2023). A sua música e presença são sempre sintoma de espanto, novidade e afirmação perante o mundo.
A Teatro e Marionetas de Mandrágora reproduz as habituais histórias de Teatro Dom Roberto depois de anos de estrada a aprender e guardar as suas palavras, tiques e contornos.
Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.
Este espetáculo parte de três arquétipos: um rato, um pato e um lobo.
O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.
234 397 260
Para assuntos relacionados com bilheteira contactar os números 234 397 263