Três novos nomes da música brasileira juntam-se em palco. Mariana Aydar, nome maior de uma nova geração de talentos da música brasileira move-se no mundo da música desde cedo. Com um pé no batuque e outro na modernidade, Mariana referência os velhos mestres e a nova geração de compositores brasileiros. Dani Black é um jovem e prolífero compositor e cantor sensação de São Paulo. Guitarrista de exceção, Dani Black é um performer tão intenso quanto as suas canções, entregando-se de corpo e alma, facto que lhe tem valido os mais rasgados elogios no Brasil e não só.
Momo é um pequeno mistério, um enigma que intriga e atrai e exige atenção, tal a profundidade das suas canções, a riqueza das suas metáforas que tudo parecem abarcar, o amor e todas as outras grandes questões da vida.
HORÁRIO
Terça-feira a sábado
MORADA
3830-292 Ílhavo
CONTACTO
234 397 260
Destaques neste espaço
Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.
Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.
A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez.
O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?
Esta é uma travessia estática dentro de um balão aerostático, em que a viagem que realmente importa é a interior. O desafio é o de navegar para fora do mundo, pelo ar e pela imaginação.
Não é à toa que os nomes dos álbuns de Cláudia Pascoal são pontos de exclamação: «!» (2020) e «!!» (2023). A sua música e presença são sempre sintoma de espanto, novidade e afirmação perante o mundo.
A Teatro e Marionetas de Mandrágora reproduz as habituais histórias de Teatro Dom Roberto depois de anos de estrada a aprender e guardar as suas palavras, tiques e contornos.
Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.
Este espetáculo parte de três arquétipos: um rato, um pato e um lobo.
O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.
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