
Criação em Comunidade
Em 2018, o Festival Rádio Faneca assinala a sua sexta edição evidenciando aquilo que já tem e vai aumentando: ARQUIVO.
De 8 a 10 de junho, Ílhavo volta a transmitir alegria e a transformar o centro histórico, becos e casas em espaços de encontro, amizade, partilha de memórias e manifestações artísticas únicas. Este ano, celebra-se e reinventa-se o passado do festival, recuperam-se velhos amores e arranjam-se outros. A Orquestra da Bida Airada materializa-se, além do espetáculo, num disco cheio de histórias e canções inéditas; a Casa Aberta abre-se aos petiscos, copos meio cheios e à expressão artística de Yola Pinto; a rádio aumenta o seu protagonismo com um palco que vai promover novos desafios e aumenta a sua qualidade de emissão. Olha-se para trás para poder seguir em frente e eternizar dezenas de projetos ímpares, criados com a comunidade
Na Rádio Faneca não são os números, os tamanhos ou os materiais: é através das pessoas que o “Arquivo” se mantém vivo.
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Edições passadas




Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.
Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.
A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez.
O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?
Esta é uma travessia estática dentro de um balão aerostático, em que a viagem que realmente importa é a interior. O desafio é o de navegar para fora do mundo, pelo ar e pela imaginação.
Não é à toa que os nomes dos álbuns de Cláudia Pascoal são pontos de exclamação: «!» (2020) e «!!» (2023). A sua música e presença são sempre sintoma de espanto, novidade e afirmação perante o mundo.
A Teatro e Marionetas de Mandrágora reproduz as habituais histórias de Teatro Dom Roberto depois de anos de estrada a aprender e guardar as suas palavras, tiques e contornos.
Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.
Este espetáculo parte de três arquétipos: um rato, um pato e um lobo.
O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.
234 397 260
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