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HORÁRIO
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CATEGORIA
FAIXA ETÁRIA
M/6
PREÇO
3,00€
BILHETES →
Depois de se ter apresentado pela primeira vez em 2023, quando se juntou para cantar canções de José Afonso, o Coro da Madrugada regressa agora na versão ‘Uma Nova Manhã’, para cantar canções que surgiram depois do 25 de Abril, de nomes como Fausto Bordalo Dias, José Mário Branco, Sérgio Godinho ou Jorge Palma. O projeto junta pessoas da comunidade, com ou sem experiência musical, de várias idades, e tem a direção musical e arranjos do pianista Pedro Almeida, a orientação da maestrina Aoife Hiney e a preparação vocal de Luís António Freitas.
Ficha técnica
vozes Coro da Madrugada
direção coral Aoife Hiney
preparação vocal Luís António Freitas
piano, arranjos, direção musical Pedro Almeida
contrabaixo Fábio Rocha
percussão Tiago Manuel Soares
CORO DA MADRUGADA
Acácio Conde, Alice Jesus, Ana Luísa Amaral, Ana Paula Monteiro, Ana Pereira, Ana Rita Carvalho, Ana Ruela, António Alberto, António Andrade, Artur Calado, Beatriz Vilarinho, Catarina Carvalho, Cecília Martins Correia, Celeste Saldanha, Cristina Amado, Dave Nogueira, Dina Teixeira, Dulce Moutela, Fátima Teixeira, Gaia Amitrano, Helena Fernandes, Helena Fidalgo, Joana Amaral, João Pedro Mateus, João Ramiro Alves, José Narino, José Vaz, Kauany Barreira, Leonor Amaral Ferreira, Luca Amitrano, Lucas Cunha, Luísa Alcântara, Manuel José Miranda, Manuel Lima Sardo, Maria da Graça, Maria dos Anjos Barreirinha, Maria Isabel Tavares, Marília Martins, Paolo Vettori, Paulo Neves, Ricardo Rodrigues, Rosa Maria da Rocha, Rui Figueiredo, Stefano Amitrano, Susana Senos, Tiago Cunha, Valentina Idin
Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.
Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.
A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez.
O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?
Esta é uma travessia estática dentro de um balão aerostático, em que a viagem que realmente importa é a interior. O desafio é o de navegar para fora do mundo, pelo ar e pela imaginação.
Não é à toa que os nomes dos álbuns de Cláudia Pascoal são pontos de exclamação: «!» (2020) e «!!» (2023). A sua música e presença são sempre sintoma de espanto, novidade e afirmação perante o mundo.
A Teatro e Marionetas de Mandrágora reproduz as habituais histórias de Teatro Dom Roberto depois de anos de estrada a aprender e guardar as suas palavras, tiques e contornos.
Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.
Este espetáculo parte de três arquétipos: um rato, um pato e um lobo.
O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.
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