
HORÁRIO
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CATEGORIA
FAIXA ETÁRIA
M/12
PREÇO
4,00€
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descobri-quê? é um espetáculo que pretende contribuir para a descolonização –enquanto gesto inacabado, portanto constante e continuado – do ensino do período histórico designado como “descobrimentos”, quebrando uma série de narrativas oficiais que romantizam esta época e procurando uma confrontação com o passado invasor, expansionista e colonialista português. descobri-quê? é uma produção da Estrutura em coprodução como o Teatro Nacional Dona Maria II, no âmbito do programa Odisseia Nacional.
Ficha técnica
Criação: Cátia Pinheiro, Dori Nigro e José Nunes
Interpretação: Joyce Souza, Tiago Jácome e Waldju Kondo
Cenografia: Cátia Pinheiro
Figurinos: Jordann Santos
Desenho de Luz: Pedro Nabais
Música e Sonoplastia: Vasco Zentzua
Imagem de Divulgação e Vídeo: Eddie Oleque Fernandez
Ilustrações: Mina Velicastelo
Participação em vídeo: Bia Ferreira, Cláudia Henriques, Ulé Baldé e Wura Moraes
Assistência de Figurinos e Cenografia: Beatriz Filomeno
Assistência de Luz: Sara Nogueira
Assistência de Vídeo: Milton Lopes
Consultoria: Cristina Roldão, Melissa Rodrigues e Nuno Coelho
Coordenação de Produção: Inês Carvalho e Lemos
Produção Executiva e Comunicação: Romana Naruna
Coprodução: Estrutura, Teatro Nacional Dona Maria II e Teatro Académico Gil Vicente
Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.
Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.
A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez.
O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?
Esta é uma travessia estática dentro de um balão aerostático, em que a viagem que realmente importa é a interior. O desafio é o de navegar para fora do mundo, pelo ar e pela imaginação.
Não é à toa que os nomes dos álbuns de Cláudia Pascoal são pontos de exclamação: «!» (2020) e «!!» (2023). A sua música e presença são sempre sintoma de espanto, novidade e afirmação perante o mundo.
A Teatro e Marionetas de Mandrágora reproduz as habituais histórias de Teatro Dom Roberto depois de anos de estrada a aprender e guardar as suas palavras, tiques e contornos.
Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.
Este espetáculo parte de três arquétipos: um rato, um pato e um lobo.
O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.
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