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HORÁRIO
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CATEGORIA
FAIXA ETÁRIA
Para todas as idades
PREÇO
Gratuito, sem bilhete
Exposição Inovação e Identidade: 200 anos de marcas no território
Desde a sua fundação até os dias atuais, a Fábrica da Vista Alegre tem sido uma força motriz na comunidade, impulsionando não só o desenvolvimento económico, mas também fomentando a criatividade e preservando as tradições locais. A Fábrica da Vista Alegre emergiu como um farol de progresso e inovação, moldando não apenas a paisagem industrial, mas também os alicerces culturais e sociais da região. O legado deixado pela empresa e pela família Pinto Basto transcende o âmbito económico, influenciando profundamente a identidade coletiva e o panorama socioeconómico de Ílhavo.
organização Museu Marítimo de Ílhavo
Patente entre 10 de maio e 28 de julho no foyer da Casa da Cultura de Ílhavo
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Lançamento Cadernos de Viagem da Vista Alegre
Existe uma longa tradição dos cadernos ilustrados na Vista Alegre que remonta ao pintor Victor Rousseau, que deixou um conjunto de ilustrações retratando a fábrica em inúmeras aguarelas. Victor Rousseau deu origem à escola de pintura da Vista Alegre, deixando nos seus cadernos um legado inestimável de observações pictóricas e textuais. Ainda como parte deste legado, um dos netos do fundador da marca, cruza nos seus cadernos de viagem (que se podem consultar na Biblioteca Nacional) aspetos relativos ao conhecimento, arte, geografia, história e ciência oitocentistas. Na senda dessa tradição, através da colaboração com desenhadores de todo o mundo, os Cadernos de Viagem comemorativos dos 200 Anos da Vista Alegre reúnem a perspetiva única e expressiva de quatro ilustradores: João Catarino, Gabriella Giandelli, Victoria Semykina, e Sebastiaan Van Doninck. Ao estilo dos contemporâneos urban sketchers, estes artistas retratam com a sua sensibilidade o ambiente, as particularidades e a poesia quotidiana do Lugar da Vista Alegre.
organização Vista Alegre
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FAIXA ETÁRIA
Para todas as idades
PREÇO
Gratuito, sem bilhete
Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.
Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.
A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez.
O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?
Esta é uma travessia estática dentro de um balão aerostático, em que a viagem que realmente importa é a interior. O desafio é o de navegar para fora do mundo, pelo ar e pela imaginação.
Não é à toa que os nomes dos álbuns de Cláudia Pascoal são pontos de exclamação: «!» (2020) e «!!» (2023). A sua música e presença são sempre sintoma de espanto, novidade e afirmação perante o mundo.
A Teatro e Marionetas de Mandrágora reproduz as habituais histórias de Teatro Dom Roberto depois de anos de estrada a aprender e guardar as suas palavras, tiques e contornos.
Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.
Este espetáculo parte de três arquétipos: um rato, um pato e um lobo.
O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.
234 397 260
Para assuntos relacionados com bilheteira contactar os números 234 397 263