
HORÁRIO
-
CATEGORIA
FAIXA ETÁRIA
Maiores de 6 anos
PREÇO
3,00€ (sem descontos)
BILHETES →
Fernanda é uma gaivota, diferente das outras gaivotas, que não se contenta com voos curtos e repetidos. Todos os dias tenta um novo voo. Neste espetáculo, acompanhamos Fernanda na descoberta de que a persistência é uma forma de coragem e que a imaginação é a asa mais rápida que existe. Este espetáculo nasceu da vontade de trabalhar a partir do livro Fernão Capelo Gaivota, de Richard Bach, que conta a história de uma gaivota que quer voar mais alto e mais rápido do que todo o Bando, e que voa, acima de tudo, pelo simples prazer de voar. Este evento insere-se nas comemorações do Dia Internacional dos Museus do Museu Marítimo de Ílhavo.
Ficha Artística
Direção Artística Cláudia Gaiolas e Sofia Moura
Texto Sandro William Junqueira - a partir do livro de Richard Bach – “Fernão Capelo Gaivota” (“Jonathan Livingston Seagull” – título original)
Co-criação Cláudia Gaiolas, Sofia Moura, Matilde Barbas e Miguel Rodrigues
Interpretação Sofia Moura e Miguel Rodrigues
Apoio ao Movimento Matilde Barbas
Música Miguel Rodrigues
Cenografia e Figurinos Inês de Carvalho
Confeção de Figurinos Nuno Queirós - Atelier de costura Deolinda Ribeiro
Direção Técnica e Desenho de Luz Afonso Ferreira Lemos
Design e Fotografia Luís Belo
Direção Executiva/Artística Dennis Xavier
Produção Executiva Marta Costa
Assistência de produção Filipa Fróis, Gabriel Vilela e Raquel Ventura
Agradecimentos Teresa Gentil e Lugar Presente
Produção Mochos no Telhado
Financiamento DGArtes - Ministério da Cultura, Desporto e Juventude - República Portuguesa; Fundação GDA
Co-produções Centro de Artes de Águeda, Centro Cultural de Carregal do Sal, Centro das Artes do Espetáculo de Sever do Vouga, Auditório Municipal Augusto Cabrita, Cinema-Teatro Joaquim d’Almeida, Cineteatro Messias
Parceiros Casa das Artes de V.N. Famalicão, ACERT, CENDREV, 23 Milhas,Teatro Municipal da Guarda, A Moagem, Municípios de Viseu e de Castro Daire
HORÁRIO
-
CATEGORIA
FAIXA ETÁRIA
Maiores de 6 anos
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3,00€ (sem descontos)
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Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.
Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.
A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez.
O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?
Esta é uma travessia estática dentro de um balão aerostático, em que a viagem que realmente importa é a interior. O desafio é o de navegar para fora do mundo, pelo ar e pela imaginação.
Não é à toa que os nomes dos álbuns de Cláudia Pascoal são pontos de exclamação: «!» (2020) e «!!» (2023). A sua música e presença são sempre sintoma de espanto, novidade e afirmação perante o mundo.
A Teatro e Marionetas de Mandrágora reproduz as habituais histórias de Teatro Dom Roberto depois de anos de estrada a aprender e guardar as suas palavras, tiques e contornos.
Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.
Este espetáculo parte de três arquétipos: um rato, um pato e um lobo.
O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.
234 397 260
Para assuntos relacionados com bilheteira contactar os números 234 397 263