
HORÁRIO
-
CATEGORIA
FAIXA ETÁRIA
M/6
PREÇO
5,00€
DESCONTOS
desconto de 20%
grupos +10 pessoas, seniores +65 anos, jovens até 17 anos, Cartão Jovem Municipal e Cartão Família
BILHETES →
“FŪ TSUGI” (vento de ligações) reúne um conjunto de cerca de 15 participantes maiores de 55 anos e seniores da região de Ílhavo, desafiados pelo coreógrafo Rafael Alvarez para desenvolver e criar uma partitura de paisagens coreográficas, partindo da experiência adquirida através de um laboratório intensivo de pesquisa e criação em dança contemporânea, na continuidade de uma primeira etapa de criação e apresentação com participantes maiores de 55 anos e seniores das cidades de Lisboa e Paris, culminando agora nesta versão criada em Ílhavo.
Fū ⾵風, em japonês ‘vento’, representa no godai (cinco elementos) todas as coisas que crescem, se expandem, e gozam de liberdade de movimento, como o ar, a neblina ou o fumo. Fū representa o respirar e os processos internos associados à respiração. Mental e emocionalmente, representa uma postura de "mente livre e aberta" e um sentimento de despreocupação. Pode ser associado à vontade, indefinição, evasão, compaixão e sabedoria.
O ‘kintsugi’ técnica centenária do Japão que consiste em reparar e ligar peças de cerâmica quebradas através de uma liga dourada inspira o título e universo deste projecto. O objectivo não é devolver o objecto ao seu estado imaculado — pelo contrário, as fissuras são realçadas com uma mistura de laque e ouro em pó. São “perfeitamente imperfeitos”. Estes corpos que se convocam através do projecto TSUGI, são corpos de experiência, resiliência e acção, são de corpos de ligação. Não pretendemos camuflar a natureza frágil, que nos torna mais humanos, mas antes celebrar a experiência de vida destes intérpretes e simultaneamente a liberdade de criação aberta à diversidade humana e à poesia dos corpos em movimento que, na velocidade contemporânea, nos convidam a um tempo e um lugar de diálogo, para escutar, sentir, pensar e dançar o mundo, longe e perto, mais perto do que longe. Este é um espetáculo que pretende, através da dança, materializar estas sensações e estes elementos.
direcção artística e coreografia Rafael Alvarez co-criação e interpretação Helena Fidalgo, Alice Jesus, Fátima Teixeira, João Mesquita, Manuel Lima, Blandina Jesus, Lurdes Ribeiro, Eulália Velha, Gumersindo, Leonor Correia Idalina Ferreira, Maria Noémia, Fernando Conde, Maria Custódia, Alice Froufe e Berchiolina Santos desenho de luz e operação técnica Guilherme Pompeu fotografia e livro Elisabeth Vieira Alvarez produção BODYBUILDERS | Rafael Alvarez gestão financeira Sara Lamares assessoria de imprensa Mafalda Simões parcerias / acolhimentos Carpintarias de São Lázaro, Micadanses (Paris), Companhia Olga Roriz coprodução BODYBUILDERS | Rafael Alvarez e 23 Milhas apoio à criação, edição e internacionalização República Portuguesa - Cultura / DGARTES
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-
CATEGORIA
FAIXA ETÁRIA
M/6
PREÇO
5,00€
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grupos +10 pessoas, seniores +65 anos, jovens até 17 anos, Cartão Jovem Municipal e Cartão Família
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Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.
Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.
A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez.
O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?
Esta é uma travessia estática dentro de um balão aerostático, em que a viagem que realmente importa é a interior. O desafio é o de navegar para fora do mundo, pelo ar e pela imaginação.
Não é à toa que os nomes dos álbuns de Cláudia Pascoal são pontos de exclamação: «!» (2020) e «!!» (2023). A sua música e presença são sempre sintoma de espanto, novidade e afirmação perante o mundo.
A Teatro e Marionetas de Mandrágora reproduz as habituais histórias de Teatro Dom Roberto depois de anos de estrada a aprender e guardar as suas palavras, tiques e contornos.
Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.
Este espetáculo parte de três arquétipos: um rato, um pato e um lobo.
O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.
234 397 260
Para assuntos relacionados com bilheteira contactar os números 234 397 263