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"salicórnia" do latim sal, salis, sal + cornus, -us, chifre, corno
Planta halófita, de textura carnuda, cor verde e sabor salgado. O seu crescimento natural nas Marinhas de Sal da Ria é característica difusa da sua paisagem.
Voltamos para Olhar por Dentro a produção da salicórnia da Horta da Ria, na Ilha dos Puxadoiros, uma empresa ilhavense focada em proteger a espécie e o lugar, consciente do motivo pelo qual os antigos marnotos dali consideravam esta a planta "do Diabo" ou a "rechoncha".
especialista convidado Júlio Coelho, professor e co-fundador da empresa Horta da Ria
ponto de encontro: Ancoradouro do Jardim Oudinot, Forte da Barra (Aveiro Boat Experience)
lotação máxima: 15 pessoas
duração: 2h30
parte do percurso da visita será realizado em lancha (aprox. 30 minutos ligação Jardim Oudinot > Ilha dos Puxadoiros)
*a realização da visita estará sujeita às condições metereológicas
Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.
Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.
A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez.
O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?
Esta é uma travessia estática dentro de um balão aerostático, em que a viagem que realmente importa é a interior. O desafio é o de navegar para fora do mundo, pelo ar e pela imaginação.
Não é à toa que os nomes dos álbuns de Cláudia Pascoal são pontos de exclamação: «!» (2020) e «!!» (2023). A sua música e presença são sempre sintoma de espanto, novidade e afirmação perante o mundo.
A Teatro e Marionetas de Mandrágora reproduz as habituais histórias de Teatro Dom Roberto depois de anos de estrada a aprender e guardar as suas palavras, tiques e contornos.
Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.
Este espetáculo parte de três arquétipos: um rato, um pato e um lobo.
O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.
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