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CATEGORIA
A ideia é a de um jardim que explode no betão, mas a verdade é que será também um palco, uma plateia, um lugar de encontro e um espaço de jogo. O Planteia é um jardim construído na praça anexa ao edifício da Casa da Cultura de Ílhavo que cria, através de 138 módulos, um novo significado para o lugar e, simultaneamente, vários desafios às pessoas que o habitam e frequentam.
Estes módulos (canteiros, mobiliário urbano e dispositivos de mediação) formam um jardim, com mais de duas centenas de plantas, que contempla várias funções e possibilidades de ativação: espaço de descanso, desafio pedagógico, local para concertos ou outras atividades performativas.
O Planteia cria espaço público através da ativação da praça da Casa da Cultura de Ílhavo, aumenta o contacto com a natureza e intensifica práticas sustentáveis, estimula as práticas de comunidade e o espírito de vizinhança, promove diálogos intergeracionais e reforça a importância da cultura popular.
A implementação do projeto divide-se em quatro fases: plantar, construir, semear e pintar. Nesta primeira fase, os vizinhos do jardim recebem os primeiros kits em suas casas: pequenos vasos de cartão, simbólicos mas férteis, em que poderão deitar as primeiras sementes do projeto. Nas seguintes, a comunidade será permanentemente desafiada a envolver-se nos processos de construção dos módulos (1 a 9 de maio), na semana do plantio (10 a 16 de maio) e nas pinturas do chão da praça (17 a 22 de maio). Até à inauguração do Planteia, que acontece no dia 10 de junho, promovem-se alguns momentos de ativação, como conversas online sobre as temáticas ligadas ao projeto.
“Semear é permitir”. A natureza encerra importantes lições: a possibilidade da regeneração, o sentido de comunidade e continuidade, a reposição da ordem e da harmonia.
O Planteia resulta da parceria entre o projeto cultural do Município de ílhavo e a associação Jardins Abertos, responsável pelo festival com o mesmo nome, que abre jardins privados de Lisboa ao público e promove atividades relacionadas com a consciência ambiental.
“Só o saber que podemos deitar as mãos à terra e esperar vida, é já fascinante e comovente.”
Ações com a comunidade
CONVOCATÓRIA CONSTRUIR
ERGUER PARA CULTIVAR
1 - 9 maio
Todas as mãos são fundamentais para a construção de um novo jardim. Desafiamos a comunidade para erguer mais de uma centena de estruturas para canteiros e mobiliário urbano.
CONVOCATÓRIA SEMEAR
NÃO FICAR PLANTADO
10 - 16 maio
Todos podem inscrever-se para fazer parte da semana do plantio. Além disso, será possível aprender todos os processos relacionados com a plantação e manutenção de plantas. Mais de duas centenas de espécies serão depositadas nos canteiros do Planteia.
CONVOCATÓRIA PINTAR
PREENCHER PARA JOGAR
17 - 22 maio
A comunidade é convocada para pintar o chão da Planteia, onde se ilustram jogos que servem de desafios educativos ou de passatempo.
INAUGURAÇÃO PLANTEIA
10 junho
> Inscrições para mediacao.23milhas@cm-ilhavo.pt
8 Abr 2021
CATEGORIA
Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.
Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.
A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez.
O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?
Esta é uma travessia estática dentro de um balão aerostático, em que a viagem que realmente importa é a interior. O desafio é o de navegar para fora do mundo, pelo ar e pela imaginação.
Não é à toa que os nomes dos álbuns de Cláudia Pascoal são pontos de exclamação: «!» (2020) e «!!» (2023). A sua música e presença são sempre sintoma de espanto, novidade e afirmação perante o mundo.
A Teatro e Marionetas de Mandrágora reproduz as habituais histórias de Teatro Dom Roberto depois de anos de estrada a aprender e guardar as suas palavras, tiques e contornos.
Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.
Este espetáculo parte de três arquétipos: um rato, um pato e um lobo.
O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.
234 397 260
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