
HORÁRIO
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CATEGORIA
FAIXA ETÁRIA
M/6
PREÇO
4,00€
BILHETES →
O sal e o confinamento juntam-se num espectáculo de teatro, por via de uma história antiga sobre uma princesa presa numa torre.
No início de tudo, diríamos que estas coisas só acontecem a princesas que ousam expressar as suas ideias, mas uma pandemia trocou-nos as voltas e o confinamento tocou a todos. Tal como os habitantes daquele reino antigo, a quem o sal foi proibido, também nós perdemos um pouco do sal da vida, fechados em casa, ou munidos de máscaras e cumprindo distanciamento social.
Esta história percorre vários tempos e realidades e, para a contar, investigámos as paisagens do sal e as histórias dos marnotos, trabalhadores das salinas, mas também ouvimos muitas histórias de crianças como tu, que ficaram "presas naquela torre". Assim, o espectáculo desenvolve-se na relação da actriz com uma malha humana que traz várias vozes a esta história.
Entretanto, a princesa desespera, inventando tudo e mais alguma coisa para que os dias se tornem melhores e agora espera por ti, para saberes como a história acaba.
direcção artística, dramaturgia e encenação Vera Alvelos interpretação Tânia Cardoso cenografia Rui Horta Pereira vídeo de cena Ricardo Reis paisagens sonoras Rui Lucena figurinos Lucília Raimundo apoio ao movimento Maria Belo Costa desenho de luz e direcção técnica Artur Pispalhas imagem gráfica do projecto Raquel Fradique assistência de vídeo Dânia Viana produção Catarina Sobral co-produção 23 Milhas / Museu Marítimo de Ílhavo/ Teatro Virgínia gestão financeira Associação Cultural A Monda / Mente de Cão – Associação Cultural parcerias de investigação com escolas Museu Marítimo de Ílhavo, Município de Santo Tirso, cine-Teatro Municipal de Ourém, Teatro Virgínia residências artísticas Convento do Carmo/Teatro Virgínia, Fábrica Ideias Gafanha Nazaré / 23 Milhas
Este projecto tem o apoio da República Portuguesa – Cultura / Direcção Geral das Artes
agradecimentos Marinha da Noeirinha, Cooperativa Agrícola de Produtores de Sal de Rio Maior, CM Rio Maior, José Casimiro, Blandina de Jesus, Maria Esteves Cascais, Adérito Soares dos Santos, Mário Ribeiro, Alberto Correia Neto, António Silva (Vermelho), Maurício Damas, Paulo Simões, José Simões e Agrupamento de Escolas da Gafanha da Encarnação, em especial aos alunos que participaram nas oficinas O Sal e a Vida e deram a sua contribuição a este espectáculo.

Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.
Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.
A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez.
O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?
Esta é uma travessia estática dentro de um balão aerostático, em que a viagem que realmente importa é a interior. O desafio é o de navegar para fora do mundo, pelo ar e pela imaginação.
Não é à toa que os nomes dos álbuns de Cláudia Pascoal são pontos de exclamação: «!» (2020) e «!!» (2023). A sua música e presença são sempre sintoma de espanto, novidade e afirmação perante o mundo.
A Teatro e Marionetas de Mandrágora reproduz as habituais histórias de Teatro Dom Roberto depois de anos de estrada a aprender e guardar as suas palavras, tiques e contornos.
Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.
Este espetáculo parte de três arquétipos: um rato, um pato e um lobo.
O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.
234 397 260
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