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HORÁRIO
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CATEGORIA
FAIXA ETÁRIA
M/6
PREÇO
Gratuito
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A música dos Sensible Soccers é, na verdade, quase sempre visual, mesmo quando não estamos a olhar. É impossível não ir criando os nossos próprios cenários na viagem imersiva e intransmissível da música da banda. Podemos pintar o clima que quisermos, mas neste cine-concerto, o filme é outro. Quando, em 1931, Manoel de Oliveira, à data com 22 anos, realizou “Douro, Faina Fluvial”, muito provavelmente, ainda nem os pais dos elementos dos Sensible Soccers teriam nascido. Mas é a banda sonora que ninguém pediu, mas da qual todos precisávamos, que os Sensible Soccers resolveram fazer, quase 100 anos depois. O projeto tornou-se mais ambicioso quando se confrontaram com a relação especial entre "Douro, Faina Fluvial" e "O Pintor e a Cidade" (de 1956), filmes antagónicos - o segundo funciona como uma negação do primeiro - separados por vinte e cinco anos e unidos pela cidade do Porto. Ver os dois filmes de seguida fê-los compor o regresso a dois passados distintos, um exercício de reflexão sobre identidade e memória. Musicaram ambos os filmes e lançaram o seu novo disco: “Manoel”. Neste cine-concerto, vemos os filmes de Manoel de Oliveira projetados e os Sensible Soccers tocam a banda sonora ao vivo. Música, água, os pintores e a cidade. Tudo o que o Ilustração à Vista pediu para ser.
baixo e guitarra André Simão
sintetizadores e programações Hugo Gomes
percussões Jorge Carvalho
sintetizadores Manuel Justo
teclados Sérgio Freitas
técnico de som João Coutada
técnico de luz José Carlos
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Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.
Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.
A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez.
O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?
Esta é uma travessia estática dentro de um balão aerostático, em que a viagem que realmente importa é a interior. O desafio é o de navegar para fora do mundo, pelo ar e pela imaginação.
Não é à toa que os nomes dos álbuns de Cláudia Pascoal são pontos de exclamação: «!» (2020) e «!!» (2023). A sua música e presença são sempre sintoma de espanto, novidade e afirmação perante o mundo.
A Teatro e Marionetas de Mandrágora reproduz as habituais histórias de Teatro Dom Roberto depois de anos de estrada a aprender e guardar as suas palavras, tiques e contornos.
Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.
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O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.
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