
HORÁRIO
-
CATEGORIA
FAIXA ETÁRIA
M/6
PREÇO
18,00€
ESGOTADO
DESCONTOS
20%
Bombeiros V. de Ílhavo / Cartão Jovem Municipal / Circuito Turístico / Desempregados / Funcionário, Agente, Colaborador da CMI / Grupos +10 pessoas / Jovem até 17 anos / Profissionais da Cultura / Sénior +65 anos
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É um ciclo que se renova: Sérgio Godinho reservou para 2024 a estreia de “LIBERDADE25”, a celebração de uma carreira que se confunde com a história do quotidiano português e que tem numa canção composta em 1974 um dos seus hinos obrigatórios. Não é a primeira vez que Sérgio recorre à canção “Liberdade” - “a paz, o pão, habitação, saúde, educação” - para dar mote aos seus espetáculos, em que apresenta canções que foram e continuam a ser sobre a urgência de continuar a reclamá-la. A passagem de 50 anos sobre a Revolução dos Cravos motiva uma nova visita ao seu repertório mais engajado e que hoje continua a justificar a força, a repetição, a inquietação da palavra liberdade, a que se junta o número 25 como o dia maior da sua expressão. Como Sophia imortalizou em “esta é a madrugada que eu esperava”. Mas se a canção composta para o álbum “À Queima Roupa” (1974) é o elemento aglutinador, o concerto visita uma discografia que soma 20 álbuns em estúdio em que se luta por tudo o que se leva a peito. Vão ser tantos os abraços, que não vão chegar as canções.
Ficha técnica
voz Sérgio Godinho
Os Assessores:
guitarras eléctricas e acústicas, cavaquinho, percussão, coros Nuno Rafael (direcção musical)
guitarras eléctricas e acústicas, percussão, coros Miguel Fevereiro
baixo, guitarra, teclado, percussão Nuno Espirito Santo
teclados, samplers, coros João Cardoso
bateria, percussão Sérgio Nascimento
HORÁRIO
-
CATEGORIA
FAIXA ETÁRIA
M/6
PREÇO
18,00€
ESGOTADO
DESCONTOS
20%
Bombeiros V. de Ílhavo / Cartão Jovem Municipal / Circuito Turístico / Desempregados / Funcionário, Agente, Colaborador da CMI / Grupos +10 pessoas / Jovem até 17 anos / Profissionais da Cultura / Sénior +65 anos
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Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.
Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.
A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez.
O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?
Esta é uma travessia estática dentro de um balão aerostático, em que a viagem que realmente importa é a interior. O desafio é o de navegar para fora do mundo, pelo ar e pela imaginação.
Não é à toa que os nomes dos álbuns de Cláudia Pascoal são pontos de exclamação: «!» (2020) e «!!» (2023). A sua música e presença são sempre sintoma de espanto, novidade e afirmação perante o mundo.
A Teatro e Marionetas de Mandrágora reproduz as habituais histórias de Teatro Dom Roberto depois de anos de estrada a aprender e guardar as suas palavras, tiques e contornos.
Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.
Este espetáculo parte de três arquétipos: um rato, um pato e um lobo.
O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.
234 397 260
Para assuntos relacionados com bilheteira contactar os números 234 397 263