
Xinobi
Xinobi surgiu há muitos anos, mas foi em 2017, quando lançou “On The Quiet” de onde saiu o single de êxito “Far Away Place”, que parece já de facto um lugar distante, que começou a garantir que viria a desinquietar todas as pistas em que tocasse. Esse disco é uma história focada na pista de dança, na transição de muitos músicos do punk rock para a música eletrónica, do skateboarding para a house music e sobre como a música de dança pode ser um espaço de consciencialização social.
Em 2019, “Fado Para Esta Noite”, uma colaboração com Gisela João, veio provar que a música eletrónica e o fado podem juntar-se ao serviço das nossas aflições. Apesar do apetite, e da habilidade, para devorar vários géneros musicais, há uma distinta marca e consistência no trabalho de Xinobi devido às suas competências musicais e habilidades para arranjos. Juntamente com os seus amigos e parceiros Moullinex (que inaugura o Cais à Noite umas semanas antes de Xinobi) e Mr. Mitsuhirato, o produtor português deu origem à editora em ascensão Discotexas.”La Tormenta” é a nova colaboração de Xinobi com Meta, feitiçaria que prova que as bruxas não existem, mas que as há, há.De resto, a macumba de Xinobi nas pistas é antiga: o ritual é dançar e esquecer o resto.
+ Concerto Milha
Lazer Mike
A conjugação das vastas influências e inspirações de Miguel Oliveira e Carlos Lázaro forma os Lazer Mike. Donos de uma notável singularidade, vão desde nuances deep slow-paced até ao groove upbeat de bpm dançante, todos com um lema comum: house music. A sua performance ao vivo é um elemento-chave que define as suas apresentações: cada tema é condicionado, em tempo real, pelas circunstâncias da pista, usando a criatividade e improviso do live-looping, aplicando as vantagens da tecnologia nas raízes do verdadeiro House Music.
Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.
Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.
A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez.
O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?
Esta é uma travessia estática dentro de um balão aerostático, em que a viagem que realmente importa é a interior. O desafio é o de navegar para fora do mundo, pelo ar e pela imaginação.
Não é à toa que os nomes dos álbuns de Cláudia Pascoal são pontos de exclamação: «!» (2020) e «!!» (2023). A sua música e presença são sempre sintoma de espanto, novidade e afirmação perante o mundo.
A Teatro e Marionetas de Mandrágora reproduz as habituais histórias de Teatro Dom Roberto depois de anos de estrada a aprender e guardar as suas palavras, tiques e contornos.
Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.
Este espetáculo parte de três arquétipos: um rato, um pato e um lobo.
O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.
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