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![[Cais à Noite 26] Filipe Sambado - Vida Salgada](https://img.bndlyr.com/nkqfjskujo/_assets/23milhas-cais_2026-site6.jpg?fit=fill&w=1024)
HORÁRIO
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CATEGORIA
FAIXA ETÁRIA
M/6
PREÇO
6,00 €
DESCONTOS
15,00 €
Pack 3 concertos do ciclo
BILHETES →
Filipe Sambado passou a infância e adolescência de um lado para o outro, e talvez essa errância não seja um mau ponto de partida para percebê-la. Se o seu crescimento é feito a errar dentro de uma fronteira, a sua música desbrava o trilho da intimidade de quem se confessa e da vulnerabilidade de quem viaja.
Era este o parágrafo que abria o texto de apresentação do LP de estreia de Filipe Sambado, “Vida Salgada”. Ao longo da década que se passou, continua a ser o ponto de partida para a sua apresentação. Tudo mudou, nada mudou. Em 2016, quando lançou o primeiro álbum em seu nome, "Vida Salgada". A própria deixava-o claro numa declaração de intenções no fecho do disco: "Eu já não vou sair daqui a bem, a mal já eu cheguei". Ainda hoje, quando Sambado canta "Já Não Vou Sair Daqui" ao vivo, o público aplaude e junta-se ao coro.
Estamos prontos.
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CATEGORIE
AGE GROUP
M/6
PRICE
6,00 €
DISCOUNT
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La Bola Negra conta as histórias interligadas de três homens em três épocas diferentes. Três vidas intimamente ligadas pela sexualidade e pelo desejo, pela dor e pela herança, e por uma das últimas obras inacabadas de Federico García Lorca. |
Os Casamentos de Santo António bateram no fundo. Pelo menos, é o que pensa a Stardust, um grande grupo francês que, em breve, assumirá a gestão do evento. Carmo e Valentim, funcionários da Câmara Municipal de Lisboa com mais de 25 anos na sua organização, recebem um duro ultimato: ou conseguem criar um evento moderno e de sucesso ou serão demitidos. Mas, contra todas as probabilidades, ambos se empenharão em produzir a mais icónica edição da história. Porque Lisboa e as suas tradições não estão à venda. |
Esta é uma coleção idealizada para um espaço de convívio e leitura ao sabor de um lanche. Utilizando pontilhismo decorado com molduras de cores fortes, a exposição procura criar um ambiente calmo e acolhedor, equilibrando o detalhe da composição com a leveza da uma paleta alegre. Os desenhos são alusivos a literatura e outras narrativas mundanas, recriados de forma etérea, mas realista.
Entre o olhar e a paisagem, Inês Santiago interpõe um objeto. Não é cenário nem assunto: é regra. A sua estrutura fragmenta o campo visual e obriga o olhar a atravessá-la. Aquilo que fica oculto torna-se tão determinante como o que permanece visível.
Este ano, desafiámos Margarida Campelo, que imaginamos sempre coberta em doçura e glitter, para interpretar o disco Dinamite (1982), de Dina, bem como outras canções de uma das artistas mais importantes da música pop portuguesa e cujo legado musical vai muito além do seu mais que decorado Amor de água fresca.
Três artistas, e agora amigos, de contextos musicais diferentes encontram-se entre baixo, vozes e piano, misturam referências e testam limites, num processo que os desafia a encontrar um ponto comum e a criar um som único.
Este encontro une os artistas ilhavenses Designer Tiago e Núria Mandane, que unem percursos musicais distintos para criar uma nova identidade sonora.
No contexto do desafio dos Encontros PRAIA, de trabalhar em conjunto com os restantes encontros a partir da sua música, Alexandre Oliveira Martins concebeu uma cenografia digital e generativa desenhada para acompanhar em tempo real os concertos dos Encontros PRAIA, criando uma experiência imersiva em que a luz, a forma e a tipografia em movimento dialogam e expandem a identidade sonora de cada encontro musical.
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Emanuel Graça tem, ao longo dos últimos anos, desenvolvido um trabalho de divulgação e documentação musical a partir de vários discos de vinil que se encontram na sua coleção e, cuja escuta, anteriormente, não era possível em nenhuma plataforma digital.
Este ano, o coro segue o percurso de uma dupla cujas canções todos conhecemos de ginjeira: Rui Veloso e Carlos Tê. Há 50 anos, Rui Veloso e Carlos Tê conheceram-se e, há 40 anos, deram uma nova vida ao rock português. É o repertório de Rui Veloso e do seu inevitável letrista Carlos Tê que se canta nesta edição: Porto Côvo, Chico Fininho, Não Há Estrelas no Céu. Há luz em toda a sua obra.
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