AURA
Os AURA são uma banda formada por 4 jovens da Gafanha da Nazaré: a Mafalda na voz e guitarra, a Inês no piano, o João no baixo e o Henrique na bateria. Em março de 2022 juntaram-se para participar num concurso diocesano que acabaram por ganhar e conquistar o 3º lugar na fase nacional. Uns meses depois surgiu o convite para atuarem no palco Bombordo do Festival do Bacalhau e foi a partir daí que o projeto começou a ganhar forma. Nos ensaios gostam de dar aso ao improviso e criatividade de cada um, surgindo assim temas de forma espontânea e orgânica. Preparam-se agora para gravar o primeiro álbum de originais, com o objetivo de chegarem a cada vez mais pessoas.
voz e guitarra Mafalda Ramos piano Inês Bola baixo João Nunes bateria Henrique Nunes técnico de som Alberto Margaça
Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.
Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.
A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez.
O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?
Esta é uma travessia estática dentro de um balão aerostático, em que a viagem que realmente importa é a interior. O desafio é o de navegar para fora do mundo, pelo ar e pela imaginação.
Não é à toa que os nomes dos álbuns de Cláudia Pascoal são pontos de exclamação: «!» (2020) e «!!» (2023). A sua música e presença são sempre sintoma de espanto, novidade e afirmação perante o mundo.
A Teatro e Marionetas de Mandrágora reproduz as habituais histórias de Teatro Dom Roberto depois de anos de estrada a aprender e guardar as suas palavras, tiques e contornos.
Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.
Este espetáculo parte de três arquétipos: um rato, um pato e um lobo.
O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.
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