
D’Improviso
O duo D'Improviso, formado em 2022, é uma brilhante fusão de talento e paixão pela música. Constituído pela talentosa cantora Inês Margaça e pelo virtuoso guitarrista e cantor Ricardo Folha, o grupo abraça uma ampla variedade de estilos musicais, desde os mais refinados da música clássica até às profundezas emocionais do fado.
Com uma presença cativante e uma habilidade impressionante, os D'Improviso têm conquistado audiências, marcando presença em eventos culturais e privados, tais como: o XXVI Desfile Nacional do Traje Popular Português, o Festival da Sardinha, a Festa da Vista-Alegre, o Festival da Abóbora, na COMUR- Museu Municipal da Murtosa, na Confraria dos Ovos Moles, no Convento de S. Francisco, entre outros.
voz Inês Margaça voz e guitarra Ricardo Folhento
Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.
Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.
A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez.
O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?
Esta é uma travessia estática dentro de um balão aerostático, em que a viagem que realmente importa é a interior. O desafio é o de navegar para fora do mundo, pelo ar e pela imaginação.
Não é à toa que os nomes dos álbuns de Cláudia Pascoal são pontos de exclamação: «!» (2020) e «!!» (2023). A sua música e presença são sempre sintoma de espanto, novidade e afirmação perante o mundo.
A Teatro e Marionetas de Mandrágora reproduz as habituais histórias de Teatro Dom Roberto depois de anos de estrada a aprender e guardar as suas palavras, tiques e contornos.
Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.
Este espetáculo parte de três arquétipos: um rato, um pato e um lobo.
O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.
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