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HORÁRIO
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CATEGORIA
FAIXA ETÁRIA
M/6
PREÇO
4,00€
BILHETES →
Quantos seres adormecerão ao mesmo tempo que eu?
Exactamente, ao mesmo tempo?
No mesmo momento
No mesmo instante
E quantos acordarão?
E se eu cair? Quando eu caio quantos caem comigo?
E se pudéssemos ouvir os piscar de olhos de todos os seres neste mundo por uns momentos?
Dizem que a média do ser humano a piscar olhos é de 15 a 20 vezes por minuto
Talvez ouvíssemos um som contínuo
De tanto piscar
Até o meu coração parou"
Lágrima Cristina Só
A Companhia Jovem de Dança de Ílhavo apresenta uma nova criação, sob a direção da coreógrafa Tânia Carvalho, sobre o tempo, o sono, a experiência coletiva de piscarmos os olhos e de vivermos de olhos bem abertos. A Companhia Jovem de Dança de Ílhavo tem a direção pedagógica e artística de Luiz Antunes e envolve as escolas de dança do Município de Ílhavo.
Ficha técnica
direção artística e pedagógica da Companhia Jovem de Dança de Ílhavo Luiz Antunes
Coreografia Tânia Carvalho
Assistência Luiz Antunes
Bailarinos/as Alice Alves, Ana Ferreira, Carolina Fernandez, Constança Silva, David Reis, Diogo Alves, Inês Pais, Ivy Thurler, Joana Branco, Lara Costa, Laura Duarte, Marco Olival, Maria Antunes, Maria Ferreira, Margarida Dória, Matilde Taveira, Matilde Teixeira, Rosa Ramos, Sandro Oliveira, Sofia Tavares, Sophia Santos, Vasco Felícia.
Composição Musical Tânia Carvalho
Assistência Musical Pedro Bola
Músicos
Saxofone André Martins
Clarinete João Pedro Mendes
Trompete Márcio Ferreira
Trompa Pedro Bola
Figurinos
Conceção Tânia Carvalho
Execução Goretti Silva
Desenho de luz João Brito
Fotografia Grafonola e João Versos Roldão
produção 23 Milhas, Heurtebise
parcerias Casa do Povo da Gafanha da Nazaré, FulldanceStudio e IP Arabesque
Biografias
Tânia Carvalho
Artista multidisciplinar portuguesa, amplamente reconhecida pelo seu percurso como coreógrafa. Ao longo de mais de duas décadas, desenvolveu um trabalho singular também na música, nas artes visuais e no cinema. Foi distinguida pelo governo francês com o título de Chevalier des Arts et des Lettres. Criou obras para companhias como a Companhia Nacional de Bailado, Dançando com a Diferença, Tanzmainz, Ballet National de Marseille, ŻfinMalta Dance Company e Ballet de l’Opéra de Lyon.
José Pedro Bola
Natural de São Salvador, Ílhavo, nasceu em 1999 e aos 8 anos
ingressou em trompa na EACMCG de Aveiro e licenciou-se em Música na ESMAE, onde também concluiu o Mestrado em Interpretação Artística. Participou em masterclasses, festivais e colaborou com diversas orquestras nacionais e internacionais, onde destaca a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música. Atualmente é reforço de várias orquestras, leciona trompa, e frequenta o Mestrado em Ensino de Música na Universidade de Aveiro.
1+2 Nov 25
SCHEDULE
1 novembro - 21h30
2 novembro - 16h00
CATEGORIE
AGE GROUP
M/6
PRICE
4,00€
TICKETS
Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.
Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.
A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez.
O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?
Esta é uma travessia estática dentro de um balão aerostático, em que a viagem que realmente importa é a interior. O desafio é o de navegar para fora do mundo, pelo ar e pela imaginação.
Não é à toa que os nomes dos álbuns de Cláudia Pascoal são pontos de exclamação: «!» (2020) e «!!» (2023). A sua música e presença são sempre sintoma de espanto, novidade e afirmação perante o mundo.
A Teatro e Marionetas de Mandrágora reproduz as habituais histórias de Teatro Dom Roberto depois de anos de estrada a aprender e guardar as suas palavras, tiques e contornos.
Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.
Este espetáculo parte de três arquétipos: um rato, um pato e um lobo.
O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.
234 397 260
Para assuntos relacionados com bilheteira contactar os números 234 397 263