→

HORÁRIO
-
CATEGORIA
PREÇO
(informação geral)
15,00€ — bilhete geral para os dois dias (inclui Painel “Os desafios da Inteligência Artificial na Mediação Cultural” + Conversa - Boas Práticas + espetáculo O Estado do Mundo (quando acordas) c/ conversa + 1 oficina)
25,00€ — bilhete geral para os dois dias com Almoço (inclui Painel “Os desafios da Inteligência Artificial na Mediação Cultural” + Conversa - Boas Práticas + Almoço dia 5/fevereiro + Espetáculo O Estado do Mundo (quando acordas) c/ conversa + 1 Oficina)
10,00€ — bilhete – 5 fevereiro (inclui Painel “Os desafios da Inteligência Artificial na Mediação Cultural” + Conversa - Boas Práticas)
10,00€ — bilhete - 6 fevereiro (inclui Espetáculo O Estado do Mundo (quando acordas) c/ conversa + 1 Oficina)
Em conjunto com os nossos parceiros do Museu Marítimo, da Biblioteca Municipal e do Centro de Documentação de Ílhavo, o 23 Milhas desafiou quatro projetos que constituem boas práticas nas áreas da medicação e dos serviços educativos, relacionados com o tema desta edição do Territórios Públicos.
Arquivo Histórico Municipal de Cascais
Património Cascais em rede: Ao serviço de uma comunidade global
O Departamento de Promoção Cultural da Câmara Municipal de Cascais tem por missão a preservação, comunicação, valorização e reforço da fruição dos bens culturais à sua guarda e a gestão dos equipamentos que tutela, desenvolvendo, para o efeito, redes e parcerias com vista à prestação de um serviço público de qualidade, mais sustentável, inovador e participativo.
Conhecemos a estratégia desses diversos projetos, físicos e/ou digitais, em que para além da gestão da documentação produzida e recebida pela Câmara Municipal no exercício da sua atividade, asseguram a administração de um elevado número de fundos e coleções do foro público e privado, com interesse para a história local, nacional e internacional, entregues à Câmara Municipal por doação ou depósito, em função do seu valor probatório e informacional.
Intervenientes
Filipe MS Bento (sBIDM/UA - Chefe de Divisão | Digital Resources & User Support)
Virgínia Gomes (Eu no Museu – Museu Nacional Machado de Castro)
João Miguel Henriques (Município de Cascais)
João Pedro Fonseca + Carincur (ZABRA - Centro de Insvestigação de Arte Pós-Humana)
Moderação: Lisete Cipriano (Chefe de Divisão Cultura | Município de Ílhavo)
—
Filipe MS Bento (sBIDM/UA - Chefe de Divisão | Digital Resources & User Support)
Filipe MS Bento é um profissional experiente em gestão de informação, com uma vasta experiência em estratégias digitais, tecnologias de biblioteca e engenharia de software.
Desde janeiro de 2023 que é Chefe de Divisão, área de Recursos Digitais e Apoio ao Utilizador nos Serviços de Biblioteca, Informação Documental e Museologia (sBIDM) da Universidade de Aveiro (UA). Trabalhou na The British Library (Biblioteca Britânica) como Responsável Técnico do BL Labs, e como Investigador Associado no The Alan Turing Institute (o instituto de referência no campo da Inteligência Artificial no Reino Unido). Ao longo de sua carreira, Filipe Bento tem sido um defensor do conhecimento aberto, trabalhando para promover a disseminação de informação científica e dados abertos. Recentemente, tem consolidado a sua especialização em Inteligência Artificial aplicada a contextos académicos epatrimoniais, liderando alguns projetos de inovação baseados em IA Generativa.
Virgínia Gomes (Eu no Museu – Museu Nacional Machado de Castro)
Licenciada em História, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (1983-1987), especializou-se em comunicação aumentativa, junto de pessoas com demência em museus, com o mestrado em Educação Especial, pela Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Leiria, em 2016. É conservadora das coleções de pintura, desenho e gravura do Museu Nacional de Machado de Castro, em Coimbra, desde Dezembro de 1992. Sensível às problemáticas da inclusão intelectual e social e consciente do papel do museu como agente ativo na sociedade, tem promovido e participado em diversas parcerias e iniciativas de âmbito científico e cultural, ao nível nacional e internacional. Coordena o projeto EU no musEU, para pessoas com demência e seus cuidadores, desde a sua criação, em 2011. Implementou a sua replicação em Viseu (EU no musEU em Viseu) em 2018 e está a coordenar a réplica deste programa em Lamego, para 2019. Criou e desenvolve, em conjunto com Catarina Santos e Ana Mendes (da APPACDM de Coimbra) o projeto Imagens que guiam, para públicos com incapacidade intelectual, no MNMC, desde 2015.
João Miguel Henriques (Município de Cascais)
Licenciado em História, Pós-graduado em Ciências Documentais e Museologia, Mestre e Doutor em História Contemporânea. É atualmente Diretor do Departamento de Promoção Cultural da Câmara Municipal de Cascais. Entre os projetos mais significativos que coordenou destacam-se a reinstalação do Arquivo Histórico Municipal na Casa Sommer enquanto Centro de História Local, o Programa de Recuperação de Arquivos e Documentos de Interesse Municipal, o Guia Digital do Arquivo Histórico Municipal de Cascais, o Arquivo Histórico Digital de Cascais, o Repositório de Informação Digital de Cascais (interface para sistemas de informação dos Arquivos, Bibliotecas e Património Histórico e Cultural municipais), a conceção do Museu da Vila, do Museu da Misericórdia de Cascais, do Museu dos Bombeiros de Alcabideche e do Centro de Interpretação do Espaço Rural de Cascais, as Rotas online do Património de Cascais, a gestão da Agenda Cultural de Cascais e a reformulação da Livraria Municipal de Cascais. Comissariou, ainda, diversas exposições sobre história e património de Cascais, temas acerca dos quais tem vasta obra publicada.
João Pedro Fonseca
João Pedro Fonseca é um artista e investigador transdisciplinar cujo trabalho explora políticas
pós-humanas e filosofias especulativas, com foco na interação entre a tecnologia e a natureza.
Atualmente, é co-director artístico da ZABRA - Centro de Investigação de Arte Pós-humana. A sua
investigação artística centra-se em temas como a cyberespiritualidade, transcendência,
xenomorfismo, fé molecular, inteligências artificiais e nas propriedades imateriais da existência.
Desenvolve a sua prática entre a performance, a instalação, a videoarte e a cenografia, explorando
a relação entre corpo e máquina como eixo conceptual e estética. Entre os seus trabalhos mais
relevantes destacam-se ANATOMIA DA EXTINÇÃO (2019), WIRED DREAMS (2023), NO MORE FIREWORKS (2023) e METAVIOLENCE (2025).
Carincur
Artista transdisciplinar e investigadora de técnicas de criação de arte pós-humanas. Tem desenvolvido a sua prática tecendo a imagem do ser humano num híbrido com tecnologia.
Explorando realidades estendidas (VR/ AR/ MR), inteligência artificial, fenómenos acústicos,
percepções visuais e a voz como um dispositivo de síntese, procura criar vozes trans-sintéticas e pós-humanas para entender as transições entre corpos orgânicos e digitais. Já lançou três álbuns, “Sorry if I make love with sound”, “Echos from a liquid memory” e o seu mais recente projeto “BODY AS A FROZEN METAPHOR”. O seu trabalho sonoro já foi editado por Weathervane Recs, Extended Records, Culturgest e ZABRA - Centro de Investigação de Arte Pós-Humana do qual é coDiretora.
ZABRA - Centro de Investigação de Arte Pós-Humana
A ZABRA - Centro de Investigação de Arte Pós-Humana, desenvolve investigação na área-foco das Artes mediatizadas - passando por outras disciplinas como as Artes performativas, Artes visuais, Arte dos novos media -, onde a tecnologia desempenha um papel crucial na produção ou representação de obras de arte e os seus efeitos no futuro da sociedade. A partir de uma abordagem transdisciplinar e um diálogo interespécies, o centro explora a pós natureza para a criação contemporânea e incentiva cada artista investigador a desenvolver a sua própria interpretação da arte, tecnologia e ciência, para transformá la exploratoriamente e aprofundar terrenos desconhecidos. A questão da investigação individual de cada membro do centro constitui a base do
conceito da ZABRA. Ao combinar tecnologias inovadoras com uma mentalidade social e artística, é construída uma rede e uma comunidade que contribui para uma maior democratização ao acesso artístico, tecnológico e científico.
Inscrições e informações
PREÇOS
15,00€ — bilhete geral para os dois dias (inclui Painel “Os desafios da Inteligência Artificial na Mediação Cultural” + Conversa - Boas Práticas + espetáculo O Estado do Mundo (quando acordas) c/ conversa + 1 oficina)
25,00€ — bilhete geral para os dois dias com Almoço (inclui Painel “Os desafios da Inteligência Artificial na Mediação Cultural” + Conversa - Boas Práticas + Almoço dia 5/fevereiro + Espetáculo O Estado do Mundo (quando acordas) c/ conversa + 1 Oficina)
10,00€ — bilhete – 5 fevereiro (inclui Painel “Os desafios da Inteligência Artificial na Mediação Cultural” + Conversa - Boas Práticas)
10,00€ — bilhete - 6 fevereiro (inclui Espetáculo O Estado do Mundo (quando acordas) c/ conversa + 1 Oficina)
Para mais informação, contactar para o email mediacao.23milhas@cm-ilhavo.pt
SCHEDULE
-
CATEGORIE
PRICE
(informação geral)
15,00€ — bilhete geral para os dois dias (inclui Painel “Os desafios da Inteligência Artificial na Mediação Cultural” + Conversa - Boas Práticas + espetáculo O Estado do Mundo (quando acordas) c/ conversa + 1 oficina)
25,00€ — bilhete geral para os dois dias com Almoço (inclui Painel “Os desafios da Inteligência Artificial na Mediação Cultural” + Conversa - Boas Práticas + Almoço dia 5/fevereiro + Espetáculo O Estado do Mundo (quando acordas) c/ conversa + 1 Oficina)
10,00€ — bilhete – 5 fevereiro (inclui Painel “Os desafios da Inteligência Artificial na Mediação Cultural” + Conversa - Boas Práticas)
10,00€ — bilhete - 6 fevereiro (inclui Espetáculo O Estado do Mundo (quando acordas) c/ conversa + 1 Oficina)
Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.
Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.
A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez.
O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?
Esta é uma travessia estática dentro de um balão aerostático, em que a viagem que realmente importa é a interior. O desafio é o de navegar para fora do mundo, pelo ar e pela imaginação.
Não é à toa que os nomes dos álbuns de Cláudia Pascoal são pontos de exclamação: «!» (2020) e «!!» (2023). A sua música e presença são sempre sintoma de espanto, novidade e afirmação perante o mundo.
A Teatro e Marionetas de Mandrágora reproduz as habituais histórias de Teatro Dom Roberto depois de anos de estrada a aprender e guardar as suas palavras, tiques e contornos.
Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.
Este espetáculo parte de três arquétipos: um rato, um pato e um lobo.
O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.
234 397 260
Para assuntos relacionados com bilheteira contactar os números 234 397 263