
MOULLINEX
Moullinex é o alter ego do produtor português, DJ e multi-instrumentista Luís Clara Gomes. Da ciência à arte, da espontaneidade ao formalismo, do orgânico ao artificial, do isolamento à comunidade, Moullinex prospera em interseções. É nelas que cria música que tanto vive dentro dos limites da pista de dança, como permite introspeção ao ser escutada na intimidade dos headphones. Desde contemplações melancólicas na eletrónica à house e disco mais exuberantes, o seu trabalho tem colhido elogios globalmente por público e crítica. Foi em criança que começou a desenhar mapas galáticos e naves espaciais imaginárias que, mais tarde, o levaram à investigação em astronomia e neurologia. Agora, do céu às pistas de dança, e levando muitas dores alheias embora, criou “Luz” a partir da sua varanda e fez um disco que é um apelo: “Requiem for Empathy”. O tema central da empatia levou-o ainda a organizar uma residência com neurocientistas, músicos e artistas visuais, na qual o grupo desenvolveu uma performance com recurso à atividade cerebral de voluntários. Podem a ciência e a arte criar empatia? Requiem For Empathy parte desta buscar e dessa declaração de interesse de Luís Clara Gomes olhando para o coração da pista de dança, oferecendo-nos, igualmente, espaços de refúgio para contemplação, mais digital e sintética, mas não por isso menos física e emocional. Moullinex a dizer-nos que está aqui para ficar.
+ CONCERTO MILHA
the Hornbros Beat Lab
Depois de inúmeras experiências e partilhas musicais, João Sêco e João Samuel Silva juntam-se mais uma vez num projeto que pretende associar as ferramentas electrónicas de produção musical aos instrumentos de sopro. the Hornbros Beat Lab é um projeto que funciona como incubadora de ideias e neste espetáculo será possível ouvir as produções da dupla de uma forma mais minimalista, com destaque para o discurso instrumental de cada músico.
FICHA TÉCNICA
the Hornbros Beat Lab
produção musical e programação João Samuel Silva e João Sêco
trombone João Sêco
saxofone, flauta e teclados João Samuel Silva
Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.
Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.
A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez.
O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?
Esta é uma travessia estática dentro de um balão aerostático, em que a viagem que realmente importa é a interior. O desafio é o de navegar para fora do mundo, pelo ar e pela imaginação.
Não é à toa que os nomes dos álbuns de Cláudia Pascoal são pontos de exclamação: «!» (2020) e «!!» (2023). A sua música e presença são sempre sintoma de espanto, novidade e afirmação perante o mundo.
A Teatro e Marionetas de Mandrágora reproduz as habituais histórias de Teatro Dom Roberto depois de anos de estrada a aprender e guardar as suas palavras, tiques e contornos.
Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.
Este espetáculo parte de três arquétipos: um rato, um pato e um lobo.
O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.
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