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HORÁRIO
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CATEGORIA
PREÇO
(informação geral)
18,00€ - bilhete geral para os dois dias (inclui Painel Identidade de uma comunidade – Ser e Pertencer + Conversa - Boas Práticas + espetáculo descobri-quê? c/ conversa + 1 oficina)
10,00€ - bilhete - 3 abril (inclui Painel Identidade de uma comunidade – Ser e Pertencer + Conversa - Boas Práticas)
10,00€ - bilhete - 4 abril (inclui espetáculo descobri-quê? c/ conversa + 1 oficina)
A identidade de uma comunidade é um fenómeno dinâmico, construído coletivamente e continuamente redesenhado ao longo do tempo. Longe de ser fixa ou estática, a identidade é um gesto inacabado, marcado pela interação entre memória, cultura e pertença. Esta conversa procura refletir sobre a formação da identidade comunitária a partir de diferentes perspetivas, destacando o papel da história, das tradições e das relações sociais na construção do sentimento de pertença. Fatores como língua, costumes, valores e território influenciam a identificação de indivíduos com determinada comunidade? Qual a noção de pertença como uma construção coletiva, que pode incluir e excluir ao mesmo tempo. Nesse sentido, questiona-se: quem define os limites da comunidade? Como evitar essencialismos que estagnam identidades e dificultam a inclusão? Compreender a modernidade e os desafios contemporâneos, especialmente os impactos da globalização e das tecnologias digitais na identidade das comunidades. Perceber como a interconectividade tanto pode reforçar identidades locais como dissolvê-las em contextos mais amplos. A identidade comunitária deve ser compreendida como um processo aberto e contínuo, que permite a adaptação às transformações sociais sem perder os seus referenciais? De que forma a valorização da diversidade e do diálogo é essencial para fortalecer o sentido de pertença de maneira inclusiva e democrática?
Intervenientes
Keli Freitas (dramaturga/encenadora/atriz)
Francisca Camelo (poetisa)
José Nunes (encenador/dramaturgo/programador cultural)
Moderação: Gabriela Nicolau dos Santos
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Keli Freitas
Keli Freitas é dramaturga, encenadora e atriz. Investigadora e colecionadora de correspondência e diários de pessoas anónimas, dedica-se desde 2013 à criação de projetos artísticos a partir das chamadas "escritas ordinárias cotidianas", como o Projeto Carimbaria. É uma das artistas selecionadas para o programa de residências artísticas internacionais Common Lab 2025 (Common Stories, Creative Europe). É autora de dezenas de peças de teatro, todas encenadas entre 2012 e o presente, no Brasil e em Portugal. Colabora com diversos artistas e coletivos, dos quais destaca o seu trabalho na dramaturgia de Baque, escrita em conjunto com Gaya de Medeiros, e Es tr3s irms, em colaboração com Tita Maravilha. Vive em Portugal desde 2017.
Francisca Camelo
Francisca Camelo nasceu no Porto em 1990. Autora de Cassiopeia; Photoautomat; O Quarto Rosa (semi-finalista do Prémio Oceanos 2019); A Importância do Pequeno-almoço, Quem me comeu a carne. Escreveu também o libreto para a ópera Torre da Memória e é o livro A Casa Invisível, para crianças (mas não só). Em 2023, orientou o projeto Casa Aberta, no contexto do Festival Rádio Faneca, em Ílhavo. Tem-se dedicado a diversos projectos de poesia documental.Organiza performances de poesia e conversas com outros poetas, no seu projecto Sin.cera.
José Nunes
José Nunes é encenador, dramaturgo, ator e programador cultural. Atualmente, é codiretor artístico da Estrutura, fundada em 2009 juntamente com Cátia Pinheiro, na qual desenvolve a maior parte do seu trabalho artístico e onde desempenhou funções de direção-executiva. Em novembro de 2024, assumiu a direção artística do Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery. Fundou e codirigiu a companhia de teatro Primeiro Andar (2005-2009) e colaborou como ator, intérprete, criador e assistente de encenação com Teatro Praga, Pedro Penim, Meg Stuart, Rogério Nuno Costa, João Garcia Miguel, Cristina Carvalhal, entre outros.
Gabriela Nicolau dos Santos
Investigadora nas áreas dos Estudos Críticos do Património e do Turismo Cultural. Pós-doutora em Estudos Culturais pela Universidade de Aveiro e investigadora associada do Centro de Línguas, Literaturas e Culturas da Universidade de Aveiro (CLLC). Atualmente integra a equipa do projeto de cooperação internacional "Património dissonante, turismo decolonial e autonomias: o caso do Museu Marítimo de Ílhavo", proposto pela Universidade Federal do Pará em parceria com a Universidade de Aveiro e financiado pelo CNPq.
Inscrições e informações
PREÇOS
18,00€ - bilhete geral para os dois dias (inclui Painel Identidade de uma comunidade – Ser e Pertencer + Conversa - Boas Práticas + espetáculo descobri-quê? c/ conversa + 1 oficina)
10,00€ - bilhete - 3 abril (inclui Painel Identidade de uma comunidade – Ser e Pertencer + Conversa - Boas Práticas)
10,00€ - bilhete - 4 abril (inclui espetáculo descobri-quê? c/ conversa + 1 oficina)
Para mais informação, contactar para o email mediacao.23milhas@cm-ilhavo.pt
SCHEDULE
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CATEGORIE
PRICE
(informação geral)
18,00€ - bilhete geral para os dois dias (inclui Painel Identidade de uma comunidade – Ser e Pertencer + Conversa - Boas Práticas + espetáculo descobri-quê? c/ conversa + 1 oficina)
10,00€ - bilhete - 3 abril (inclui Painel Identidade de uma comunidade – Ser e Pertencer + Conversa - Boas Práticas)
10,00€ - bilhete - 4 abril (inclui espetáculo descobri-quê? c/ conversa + 1 oficina)
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234 397 260
Para assuntos relacionados com bilheteira contactar os números 234 397 263