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Painel - Identidade de uma Comunidade
Painel
Territórios Públicos

Painel Identidade de uma Comunidade – Ser e Pertencer
3
Apr
2025
Laboratório Artes
Teatro Vista Alegre

HORÁRIO

09:30

-

13:00

CATEGORIA

Debate

PREÇO

(informação geral)


18,00€ - bilhete geral para os dois dias (inclui Painel Identidade de uma comunidade – Ser e Pertencer  + Conversa - Boas Práticas + espetáculo descobri-quê? c/ conversa + 1 oficina)


10,00€ - bilhete - 3 abril (inclui Painel Identidade de uma comunidade – Ser e Pertencer + Conversa - Boas Práticas)


10,00€ - bilhete - 4 abril (inclui espetáculo descobri-quê? c/ conversa + 1 oficina)

A identidade de uma comunidade é um fenómeno dinâmico, construído coletivamente e continuamente redesenhado ao longo do tempo. Longe de ser fixa ou estática, a identidade é um gesto inacabado, marcado pela interação entre memória, cultura e pertença. Esta conversa procura refletir sobre a formação da identidade comunitária a partir de diferentes perspetivas, destacando o papel da história, das tradições e das relações sociais na construção do sentimento de pertença. Fatores como língua, costumes, valores e território influenciam a identificação de indivíduos com determinada comunidade? Qual a noção de pertença como uma construção coletiva, que pode incluir e excluir ao mesmo tempo. Nesse sentido, questiona-se: quem define os limites da comunidade? Como evitar essencialismos que estagnam identidades e dificultam a inclusão? Compreender a modernidade e os desafios contemporâneos, especialmente os impactos da globalização e das tecnologias digitais na identidade das comunidades. Perceber como a interconectividade tanto pode reforçar identidades locais como dissolvê-las em contextos mais amplos. A identidade comunitária deve ser compreendida como um processo aberto e contínuo, que permite a adaptação às transformações sociais sem perder os seus referenciais? De que forma a valorização da diversidade e do diálogo é essencial para fortalecer o sentido de pertença de maneira inclusiva e democrática?  


Intervenientes

  • Keli Freitas (dramaturga/encenadora/atriz) 

  • Francisca Camelo (poetisa) 

  • José Nunes (encenador/dramaturgo/programador cultural) 


Moderação: Gabriela Nicolau dos Santos


Keli Freitas 


Keli Freitas é dramaturga, encenadora e atriz. Investigadora e colecionadora de correspondência e diários de pessoas anónimas, dedica-se desde 2013 à criação de projetos artísticos a partir das chamadas "escritas ordinárias cotidianas", como o Projeto Carimbaria. É uma das artistas selecionadas para o programa de residências artísticas internacionais Common Lab 2025 (Common Stories, Creative Europe). É autora de dezenas de peças de teatro, todas encenadas entre 2012 e o presente, no Brasil e em Portugal. Colabora com diversos artistas e coletivos, dos quais destaca o seu trabalho na dramaturgia de Baque, escrita em conjunto com Gaya de Medeiros, e Es tr3s irms, em colaboração com Tita Maravilha. Vive em Portugal desde 2017.  

 

Francisca Camelo

 

Francisca Camelo nasceu no Porto em 1990. Autora de Cassiopeia; Photoautomat; O Quarto Rosa (semi-finalista do Prémio Oceanos 2019); A Importância do Pequeno-almoço, Quem me comeu a carne. Escreveu também o libreto para a ópera Torre da Memória e é o livro A Casa Invisível, para crianças (mas não só). Em 2023, orientou o projeto Casa Aberta, no contexto do Festival Rádio Faneca, em Ílhavo. Tem-se dedicado a diversos projectos de poesia documental.Organiza performances de poesia e conversas com outros poetas, no seu projecto Sin.cera.  

  

José Nunes

 

José Nunes é encenador, dramaturgo, ator e programador cultural. Atualmente, é codiretor artístico da Estrutura, fundada em 2009 juntamente com Cátia Pinheiro, na qual desenvolve a maior parte do seu trabalho artístico e onde desempenhou funções de direção-executiva. Em novembro de 2024, assumiu a direção artística do Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery. Fundou e codirigiu a companhia de teatro Primeiro Andar (2005-2009) e colaborou como ator, intérprete, criador e assistente de encenação com Teatro Praga, Pedro Penim, Meg Stuart, Rogério Nuno Costa, João Garcia Miguel, Cristina Carvalhal, entre outros.  


Gabriela Nicolau dos Santos 


Investigadora nas áreas dos Estudos Críticos do Património e do Turismo Cultural. Pós-doutora em Estudos Culturais pela Universidade de Aveiro e investigadora associada do Centro de Línguas, Literaturas e Culturas da Universidade de Aveiro (CLLC). Atualmente integra a equipa do projeto de cooperação internacional "Património dissonante, turismo decolonial e autonomias: o caso do Museu Marítimo de Ílhavo", proposto pela Universidade Federal do Pará em parceria com a Universidade de Aveiro e financiado pelo CNPq.  

Inscrições e informações

PREÇOS


18,00€ - bilhete geral para os dois dias (inclui Painel Identidade de uma comunidade – Ser e Pertencer  + Conversa - Boas Práticas + espetáculo descobri-quê? c/ conversa + 1 oficina)


10,00€ - bilhete - 3 abril (inclui Painel Identidade de uma comunidade – Ser e Pertencer + Conversa - Boas Práticas)


10,00€ - bilhete - 4 abril (inclui espetáculo descobri-quê? c/ conversa + 1 oficina)


Para mais informação, contactar para o email mediacao.23milhas@cm-ilhavo.pt

3
Apr
2025
Laboratório Artes

SCHEDULE

09:30

-

13:00

CATEGORIE

Debate

PRICE

(informação geral)


18,00€ - bilhete geral para os dois dias (inclui Painel Identidade de uma comunidade – Ser e Pertencer  + Conversa - Boas Práticas + espetáculo descobri-quê? c/ conversa + 1 oficina)


10,00€ - bilhete - 3 abril (inclui Painel Identidade de uma comunidade – Ser e Pertencer + Conversa - Boas Práticas)


10,00€ - bilhete - 4 abril (inclui espetáculo descobri-quê? c/ conversa + 1 oficina)

Casa Cultura
Music
29
Mar
11:00
Geringuéu
d'Orfeu AC

Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.

Planteia
Oficina
28
Mar
10:00
Plantio de Primavera
Plantio de Primavera

Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.

Fábrica Ideias
Theater
13
Feb
21:30
A Primeira Vez
A Turma

A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez. 

Fábrica Ideias
Teatro de marionetas e formas animadas
8
Mar
17:30
Solo
Roi Borrallas

O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?

Cais Criativo
Teatro de marionetas e formas animadas
8
Mar
11:00
Tripula
Farrés Brothers i Cia.

Esta é uma travessia estática dentro de um balão aerostático, em que a viagem que realmente importa é a interior. O desafio é o de navegar para fora do mundo, pelo ar e pela imaginação.

Fábrica Ideias
Music
7
Mar
21:30
Cláudia Pascoal
com participação Quinto Palco

Não é à toa que os nomes dos álbuns de Cláudia Pascoal são pontos de exclamação: «!» (2020) e «!!» (2023). A sua música e presença são sempre sintoma de espanto, novidade e afirmação perante o mundo.

Fábrica Ideias
Teatro Dom Roberto
7
Mar
21:00
Teatro Dom Roberto
Filipa Mesquita

A Teatro e Marionetas de Mandrágora reproduz as habituais histórias de Teatro Dom Roberto depois de anos de estrada a aprender e guardar as suas palavras, tiques e contornos. 

Navio Museu Santo André
Teatro de marionetas e formas animadas
7
Mar
17:30
O rapaz que morava à beira-mar
Teatro e Marionetas de Mandrágora

Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.

Navio Museu Santo André
Teatro de marionetas e formas animadas
7
Mar
17:00
Papamundos - Teatro de sombras e outras inexistências
VumTeatro

Este espetáculo parte de três arquétipos: um rato, um pato e um lobo.

Fábrica Ideias
Teatro de Marionetas
7
Mar
15:00
O URSO que NÃO ERA
Márcia Leite

O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.

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234 397 260


Para assuntos relacionados com bilheteira contactar os números 234 397 263

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