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SUGAR é um espetáculo de teatro que pressupõe, na sua conceção, várias ações com a comunidade e eventual público do mesmo. São temáticas transversais ao projeto os conceitos teórico-práticos de fotografia e memória, que resultam, a par das ações, na dramaturgia do mesmo. Através desta residência artística na Fábrica das Ideias, o coletivo Silly Season lança um olhar renovado sobre o ato teatral ao atribuir-lhe um carácter híbrido, participativo e relacional. O coletivo SillySeason surgiu em 2012 e tem desenvolvido, desde então, produções artísticas nas áreas do teatro, da performance e do vídeo. Destacam-se a curta- -metragem Frei Luís de Sousa (vencedora do prémio de Melhor Curta-Metragem Portuguesa do Festival de cinema Queer Lisboa 2014), o espetáculo/vídeoclip T-REX (2014, apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian e incluído na programação do Festival Temps d’Images 2014), o espetáculo PANORAMA (2015, com reposição em Lisboa, no Teatro Nacional Dona Maria II) e o espetáculo Prado de Fundo (2016, estreado na malavoadora.porto e apoiado pela Direção Geral das Artes e pela Fundação GDA)
criação e interpretação SillySeason (Ana Sampaio e Maia, Cátia Tomé, Ivo Silva, João Leitão e Ricardo Teixeira) artistas convidados Meia de Leite (Bernardo Bertrand e Sebastião Pinto) design de luz Sara Garrinhas cenografia e figurinos João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira fotografias de cena Alípio Padilha comunicação Tiago Mansilha produção SillySeason
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Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.
Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.
A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez.
O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?
Esta é uma travessia estática dentro de um balão aerostático, em que a viagem que realmente importa é a interior. O desafio é o de navegar para fora do mundo, pelo ar e pela imaginação.
Não é à toa que os nomes dos álbuns de Cláudia Pascoal são pontos de exclamação: «!» (2020) e «!!» (2023). A sua música e presença são sempre sintoma de espanto, novidade e afirmação perante o mundo.
A Teatro e Marionetas de Mandrágora reproduz as habituais histórias de Teatro Dom Roberto depois de anos de estrada a aprender e guardar as suas palavras, tiques e contornos.
Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.
Este espetáculo parte de três arquétipos: um rato, um pato e um lobo.
O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.
234 397 260
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