
Robertos e Marionetas
A Gafanha da Nazaré foi e é o berço de milhares de Robertos e Marionetas. Grande parte foram pensados, criados e instrumentados por Armando Ferraz, artista popular, fantocheiro e bonecreiro, que dedicou a sua vida ao desenvolvimento e estudo desta arte, e cujo trabalho muitos seguiram. Para ele, a palheta não tinha segredos. É, de resto, com esse instrumento que os Robertos adquirem a sua voz, estridente, metálica, de “erres” azucrrrrinantes. Além da sua capacidade instrumental, a palheta tem uma vertente recreativa:“estar na palheta” é estar na conversa, em amena cavaqueira.
A Mostra de Robertos e Marionetas existe, desde 2013, na Gafanha da Nazaré, e além de prolongar a memória da história da arte bonecreira na região, estimula a criação de novos projetos. Este novo ciclo, o Palheta, amplifica a relação com a comunidade, aliando as oficinas de criação e formação e as ações de rua aos espetáculos de auditório. Um prrrrrrograma para toda a família, com nabos gigantes, sermões na igreja ou dragões na rua, que se além da Fábrica das Ideias, vai ativar vários espaços da Gafanha da Nazaré. De 1 a 31 de março, está patente na Fábrica das Ideias da Gafanha da Nazaré uma exposição que reúne as memórias de um século de história de robertos e marionetas na região.
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Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.
Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.
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O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?
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Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.
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O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.
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