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HORÁRIO
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CATEGORIA
FAIXA ETÁRIA
M/6
PREÇO
€5,00
Um homem sem qualidades: homo economicus, homo sociologicus, fractalis homo, homo erraticus. Sob as nossas máscaras e à sombra da sociedade, todos seríamos camaleões vagueando pela multidão em busca da nossa individualidade. É esse paradoxo existencial do homem “pós-moderno” que Driften procura destacar. Entre solidão e união, seis personagens moldados pelo peso das pressões sociais, que fizeram deles o que não têm consciência de ser, reúnem-se na noite do equinócio de outono. Juntos, farão algo que alguém faz para não desaparecer sem lutar, para não viver a vida de um modo falso. Só para poder afirmar: nós vivíamos naquele tempo E naquela época nós éramos assim.
direção Anna Nilsson & Sara Lemaire criação e interpretação Viola Baroncelli, Nilda Martinez, Carlo Massari, Anna Nilsson e Jef Stevens cenografia Sara Lemaire, Anna Nilsson e Hugues Girard design de luz Rémy Urbain e Hugues Girard banda sonora Hugues Girard e Tonin Bruneton direção técnica Hugues Girard técnico Tonin Bruneton construção de cenário Shann Perradin, Marco Colabucci, ASBL Devenirs, Latitude 50°, Hugues Girard, Anna Nilsson e Sara Lemaire apoio à coreografia HunMok Jung produção Babafish vzw e I.S.E. asbl fotografia Kenneth Rawlinson produzido com o apoio de Fédération Wallonie-Bruxelles, Direction Générale de la Culture, Service Général des Arts de la Scène, Service du Cirque, des Arts Forains et de la Rue & Konstnärsnämnden coprodução Halles de Schaerbeek, Centre des Arts Scéniques, Dommelhof/Theater Op De Markt apoios Circuscentrum, Le Columban, Destelheide-Vormingcentrum, Espace Catastrophe , Centre International de Création des Arts du Cirque, la Fabrique de Théâtre, KVS, Theatre La Balsamine, Théâtre Marni, Wolubilis Culture
SCHEDULE
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CATEGORIE
AGE GROUP
M/6
PRICE
€5,00
Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.
Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.
A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez.
O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?
Esta é uma travessia estática dentro de um balão aerostático, em que a viagem que realmente importa é a interior. O desafio é o de navegar para fora do mundo, pelo ar e pela imaginação.
Não é à toa que os nomes dos álbuns de Cláudia Pascoal são pontos de exclamação: «!» (2020) e «!!» (2023). A sua música e presença são sempre sintoma de espanto, novidade e afirmação perante o mundo.
A Teatro e Marionetas de Mandrágora reproduz as habituais histórias de Teatro Dom Roberto depois de anos de estrada a aprender e guardar as suas palavras, tiques e contornos.
Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.
Este espetáculo parte de três arquétipos: um rato, um pato e um lobo.
O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.
234 397 260
Para assuntos relacionados com bilheteira contactar os números 234 397 263