
Festival de Circo Contemporâneo e Criação Artística em Espaços não Convencionais
Depois de um promissor ano de lançamento, o LEME afirma-se, na sua edição de arranque, como um festival inovador, que explora as novas linguagens do circo contemporâneo e da criação artística para espaços não convencionais, em Ílhavo e na Gafanha da Nazaré. O território ilhavense e a sua forte componente marítima, estão na base da criação da identidade do LEME, um festival que não só apresenta diferenciadas abordagens criativas, como desafia à criação, à experimentação e ao pensamento crítico. Com uma programação que cria novas dinâmicas e novos públicos para Ílhavo, o LEME parte da tradição ilhavense e constrói uma nova narrativa em que o circo contemporâneo dita as coordenadas. A viagem dura quatro dias e inclui oito espetáculos internacionais, encontros de reflexão com profissionais da área, formações, espetáculos itinerantes e projetos de criação com estreia no festival.
O LEME desafia as rotinas, as ideias e os conceitos. O circo contemporâneo desafia os limites.
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Festival of Contemporary Circus and Artistic Creation in Non Conventional Spaces
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Festival of Contemporany Circus and artistic creation in unconventional spaces
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Festival de Circo Contemporâneo e Criação Artística em Espaços Não Convencionais
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Festival of Contemporary Circus and Artistic Creation in Non Conventional Spaces
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Festival of Contemporary Circus and Artistic Creation in Non Conventional Spaces
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Geringuéu explora os paradoxos da vida através da construção (musical e não só). No palco, o fácil encontra o difícil e a ordem dissolve-se num caos harmonioso.
Para brincarmos no Planteia, precisamos de cuidar dele. Para isso, vamos retocar as pinturas que já fizemos. Existem marcas que não queremos que desapareçam, não só porque orientam a visão e os jogos que já criámos e já fizemos, mas também porque queremos criar outros, brincar mais.
A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez.
O habitat natural de qualquer palhaço é no palco, de frente para o seu público. Mas o que acontece quando um palhaço fica sozinho?
Esta é uma travessia estática dentro de um balão aerostático, em que a viagem que realmente importa é a interior. O desafio é o de navegar para fora do mundo, pelo ar e pela imaginação.
Não é à toa que os nomes dos álbuns de Cláudia Pascoal são pontos de exclamação: «!» (2020) e «!!» (2023). A sua música e presença são sempre sintoma de espanto, novidade e afirmação perante o mundo.
A Teatro e Marionetas de Mandrágora reproduz as habituais histórias de Teatro Dom Roberto depois de anos de estrada a aprender e guardar as suas palavras, tiques e contornos.
Encantar-nos com aquilo que nos rodeia não é inocência, é um poder que devemos aproveitar e guardar com muita força.
Este espetáculo parte de três arquétipos: um rato, um pato e um lobo.
O urso que não era é a história de um urso que vivia numa floresta. Quando os gansos migram para sul e as folhas das árvores ficam amarelas, vermelhas ou castanhas e começam a cair, o Urso procura um lugar para dormir, dormir o seu sono de inverno, hibernar até à primavera.
234 397 260
Para assuntos relacionados com bilheteira contactar os números 234 397 263